EUA também têm responsabilidade na volta do Aedes aegypti, diz pesquisador
publicado em: 01/02/2016
Nos anos 1950, americanos tiveram um papel crucial na erradicação do mosquito - inclusive no Brasil. Mas não conseguiram eliminá-lo do próprio território.

A epidemia de microcefalia e outras complicações provocada pelo zika vírus chegou ao hemisfério Norte. Com casos relatados nos EUA e Europa, a doença está provocando alarde na mídia internacional. Barack Obama, presidente dos EUA, já pediu celeridade aos pesquisadores do país para que vacinas e tratamentos sejam desenvolvidos.

O reforço dos norte-americanos no combate a doenças na América Latina é histórico. Os EUA estiveram intimamente ligados à erradicação de doenças como a malária e a febre amarela no Brasil e em outros países latino-americanos. Mas, paradoxalmente, também são um dos motivos pelos quais o vetor do zika vírus, o mosquito Aedes aegypti, voltou a circular na região.

Quem conta essa história é o pesquisador Rodrigo Cesar Magalhães, da Fundação Oswaldo Cruz, em sua tese de doutorado feita em conjunto com a Universidade de Maryland, nos EUA.

 

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